Polícia apreende 18 ampolas de medicamentos emagrecedores em operação em Boa Esperança A Polícia Civil apreendeu 18 ampolas de medicamentos emagrecedores durante uma operação contra a comercialização ilegal desses produtos em Boa Esperança (MG). A ação contou com o apoio de policiais de Três Pontas e cumpriu cinco mandados de busca e apreensão, sendo dois em estabelecimentos comerciais e três em residências. Siga a página do g1 Sul de Minas no Instagram A investigação é

Polícia apreende 18 ampolas de medicamentos emagrecedores em operação em Boa Esperança A Polícia Civil apreendeu 18 ampolas de medicamentos emagrecedores durante uma operação contra a comercialização ilegal desses produtos em Boa Esperança (MG). A ação contou com o apoio de policiais de Três Pontas e cumpriu cinco mandados de busca e apreensão, sendo dois em estabelecimentos comerciais e três em residências. Siga a página do g1 Sul de Minas no Instagram A investigação é acompanhada pelo Ministério Público e tem como alvos pessoas suspeitas de envolvimento na venda irregular dos medicamentos. Esses medicamentos são trazidos ilegalmente do Paraguai para o Brasil e aqui são vendidos sem indicação médica e sem que a procedência deles seja conhecida, ou seja, são medicamentos questionáveis, afirmou o delegado responsável pelo caso, Alexandre Boaventura. Prefeito de Coqueiral foi levado para a Delegacia de Boa Esperança, MG Reprodução EPTV Além das ampolas, foram apreendidos vários telefones celulares, seringas e porções de maconha. LEIA TAMBÉM: Polícia Militar Rodoviária apreende 64 ampolas de tirzepatida e mercadorias sem nota fiscal em Poços de Caldas Segundo o delegado, esta é uma etapa de uma série de diligências para apurar a origem dos produtos, as condições em que eram comercializados e a possível participação de outras pessoas no esquema. A investigação também deve avançar em Coqueiral e Ilicínea e outros suspeitos já identificados serão chamados à delegacia para prestar depoimento. A Polícia Civil alerta que comprar e utilizar medicamentos sem procedência comprovada, garantia de autenticidade ou orientação médica pode oferecer riscos à saúde. A corporação também ressalta que a importação e a comercialização irregular desses produtos podem configurar crime. Veja mais notícias da região no g1 Sul de Minas
Fonte: g1.globo.com